Pintei-o em tons vermelhos e só depois percebi o sangue que escorria, fiz viver a personagem que pintei para a colocar em dor, em sangue, em vermelho. Destino fatal.
São os sonhos maculados de uma menina, a tristeza nos olhos negros. A mesma pergunta de sempre. Porquê? Depois a raiva, promessa de vingança, pegar na pedra que te atiram para atirar de volta ainda com mais força.
Ali ficou, para lá do seu ar pensativo e amargurado está a sua fúria tornada sangue fervente, vulcão em estado de explosão.
Será a vida que nos torna maus? Sofrer. Matar.
O prazer, visto por mim, pintado por mim.
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Não, não conheço nenhuma Sónia! Só sei que esta noite depois das 5 da manhã já não consegui dormir, escusado será dizer que dei inúmeras voltas na cama, arranjei as almofadas umas quantas vezes, tinha sono, queria dormir e nada! Claro, isto porque estou de férias, porque durante as aulas qual quê, excesso de sono, vou a dormir para as aulas… mas não, agora que posso dormir e que devia pôr o sono em dia…
5 da manhã
6 da manhã
7 da manhã
Chega, basta. Levanto-me. Para fazer o quê? Boa pergunta… não vou arrumar a casa para não fazer barulho, é ainda demasiado cedo para sair para a rua… pequeno-almoço em frente ao computador, ler uns blogs, ver mails…ninguém no Messenger, pudera, a esta hora está tudo a dormir! 8 da manhã. Ok, estou farta, vou sair.
Hoje é dia de feira, vou ver a algazarra, ouvir os pregões, afinal já faz sol e ficar em casa com sono é doentio. E lá fui…havia de tudo como sempre, chinelos, sapatos, malas, camisolas, calças, relógios de marca… Fui primeiro à zona der venda dos ciganos que é a zona mais animada, e com preços baixos, e ouvia de um lado “Olha a 5 euros, tudo a 5 euros” e do outro “levem que é roubado!” “veja a roupa da moda, olha a t-shirt da mango” Também havia cd´s e dv´s… óculos de sol, (só é pena não terem uns iguais aos da vogue, brancos…). Bem, lá continuei, marcha lenta, a parar em todas as barraquinhas, enquanto aquela gente de pele morena desempacotava , levantava no ar, fazia contas a uma velocidade estonteante, até pensei que aquilo deve ser divertido para quem vende, os dias de terra em terra…
Acabei por comprar pouca coisa, umas facas e colheres de pau para a cozinha, uma saia de linho azul céu para mim, e uns tomates frescos para fazer uma salada. Mas foi animado, havia ali uma energia vitalizante, e pareceu-me menos-mal ter acordado demasiado cedo…assim aproveitei a manhã…já não passava pela feira há imenso tempo! São dez horas agora, vim pôr a escrita em dia no blog, e depois talvez vá dormir. Tenham um bom dia!
Ontem à noite deixei que os vizinhos se vingassem de mim, da minha ousadia em querer analisar as suas vidas.
Colocámos os pratos, os copos, sobre a pequena mesa na varanda e acendemos a vela vermelha flutuante no seu cálice de água. A noite revelava na sua escuridão os pequenos mundos acesos no interior de cada janela iluminada por luzes amarelas, laranjas, outras demasiado brancas.
Havia correres de cortinas dissimulados, casais que se puseram a tomar o ar fresco da noite, debruçados nos parapeitos das suas vidas… agora era eu a observada, estava eu no palco, jantar para dois… eu trouxe a truta salmonada, ele serviu o vinho “Aliança reserva” , e o estalido da rolha despertou ainda mais a curiosidade. Mas na casa em frente, alheios a isto, como todas as noites, a peça repetida até à exaustão, os insultos, os berros, naquela casa onde nunca cai o pano por falta de cortinas.
Nas árvores do parque o piar das corujas era a música de fundo, bucólica, romântica, cenário de prédios, e luzes que se acendem, luzes que se apagam, a nossa skyline limitada pelo topo alto dessas caixas de vidas empilhadas, qual armários desarrumados, com gavetas que não querem ser abertas; para lá da linha de contorno, há um azul muito escuro, profundo, salpicado de estrelas…
Podem olhar-nos. Invejosos talvez… o vinho combina divinamente com o peixe…falamos, rimos. Não sei bem do quê. O que pensarão eles escondidos por trás das cortinas, fumando um cigarro mais na varanda?
Recostados na cadeira, saboreamos o gelado de limão e manga, continuamos a preferir o limão. Estava uma noite amena, mesmo boa para desfiar conversas na varanda, alheios aos olhares em volta. Vemos e somos vistos, que importa isso? Que bom sorver o gelado da sua boca e rir de novo… escandalizem-se as vizinhas! “É gelado de limão!” gritei-lhes eu, e umas quantas luzes em volta apagaram-se!
Cheguei a casa, olhei em volta e senti como tudo estava quieto, tão igual como quando saí. Só a cadeira no meio da sala.
Regar as plantas, olhar pela janela, e ver cada janela dos prédios em volta, em cada casa alguém, a mulher que limpa os vidros, o rapaz que toca trompete, a família ruidosa que discute todas as noites, aquele outro casal que costuma andar enrolado em toalhas depois do banho com as cortinas transparentes.
Tantas vidas! Então o que verão eles na minha casa? Fiz um café e fiquei, demorei-me a olhar, encostada nos azulejos frios da cozinha, a janela fechada dos vizinhos da frente, e um silêncio absurdo, mesmo com a algazarra dos putos no Chiqui parque! Depois contei os passaritos que paravam no ribeiro para bebericar uma água suja. Olhei o céu num tom de fumo e calor. Incendeiam-se as vidas em cada casa depois das sete da tarde, chegam os corpos do trabalho, sabe-se lá onde terão andado as suas almas. Uns miúdos batem-se com força na disputa da bola, e mais em baixo nos baloiços a rapariguinha de cabelos sujos olha com inveja a outra, vestida de azul, que baloiça interminavelmente os seus caracóis numa brisa suave. As folhas nas árvores permanecem quietas, tão paradas que contrastam com o movimento do baloiço. Parecem realidades sobrepostas, incoerentes, e eu observo. Assisto a toda a vida lá fora. Corro a cortina e vou até à sala. Vazia. A cadeira no meio. A vida cá dentro. A cadeira vermelha onde me sento. Fecho os olhos e vejo-me a mim, às sete da tarde, na tentativa de reencontrar a minha alma.

Às vezes apetece-me dizer-te assim baixinho que te amo. Mesmo quando não ouves ou não estás comigo, repito-o para mim, com se de uma oração se tratasse.
A noite passada fez-se manhã e o meu corpo reage ainda ao prazer que me tomou.Ontem vieste com o teu ar sereno juntar-te a mim. Juntamos os braços…juntamos as pernas em abraços prolongados. Digo que te amo e tu retribuis em beijos. E eu fico a ouvir o ritmo encontrado dos nossos corações, com o teu peito morno encostado ao meu.
A noite passada percebi mais uma vez que és a minha casa.E tu ris. “Depois do amor se eu me rir, é porque o mar me inundou e a sua água em nós correu” Clã
E eu adormeço feliz, na casa que construímos para nós com paredes de amor e pilares de braços e janelas abertas para o Monte dos Vendavais.
Podem vir os vendavais. As janelas permanecerão sempre abertas.
Morreremos juntos, árvores de ramos entrelaçados.


Bem vindo ao fundo do mar, como na descida aflita em "O piano"... mas sem a certeza de voltar à luz sobre as águas... os cabelos ondulando... Klimt pintou o cenário e eu reorganizei a realidade, a minha!

Manhã de domingo, e ninguém nas ruas.
Pela janela eu vejo o espelho estilhaçado.
Pela janela do meu próprio corpo, eu não me encontro, feita em mil pedaços espalhados, a fogueira arde e eu no meio.
Onde anda agora o anjo da guarda a quem rezei todos os dias durante 20 anos?
A noite passou e os meus olhos ardem agora na claridade.
Quero tomar banho e apagar todas as marcas dos teus dedos no meu corpo, quero tirar este sabor da tua língua, quebrar a casa, eu quero o mundo ao contrário. E anjo não vem.
Pela janela do quarto eu vejo o teu rasto marcado pelo chão.
E lá em baixo no fundo as crianças brincam com um resto de lençol que fogueira não queimou.
E tudo isto incendeia ainda mais a raiva que me tomou.
Toda a cidade arde e ninguém me vê.
Salto a janela e venho para a rua tomar ar. E a cidade toda é cinza, é apenas poeira que restou. Eu caminho entre ela. A fogueira apagou.
Eram vermelhos, tão vermelhos como a hipotética maçã que Adão terá trincado. Eu era nessa história uma Eva tentadora, como qualquer outra Eva. Ofereci-lhe a macã, ofereci os seios. E ele aceitou. Culpa minha, claro. Essa é outra história. Nesta, era eu vitíma da oferta aliciante de uma maçã de aspecto sumarento, transfigurada nuns sapatos. E eu dancei, dancei... dançava o destino que os sapatos escolhiam para mim, quando achava ser eu a escolhê-lo. Era vermelho o meu vestido de capuchinho. Vieste até mim. E eras um lobo. não sei se eras mau, ou talvez fosse eu má e tu apenas uma vítima da minha maldade mais cruel. Era eu a Lolita de lábios cor de chupa-chupa de morango, sedutora em plena consciência. Como todas as mulheres, apeteceu-me agora negar a minha fragilidade e põr um ar de mulher fatal. Fui fatal para mim mesma, talvez. Mas as histórias terminam sempre bem nos contos. Eu fico à espera do último ponto final.
Se sinto este frio nocturno que me gela a alma?
Sinto! Sinto que me gela o teu amor,
que me impaciento na inconstância das nossas vidas.
Falecido é já tudo o que restou:
só nós pedras humanas sobrevivemos a este amor.
Se antes me doía aceitar o fim que nos tomou
não o nego agora. Não..., não nego!
Não sentes que as palavras nos atraiçoam,
que o silêncio nos tenta embriagar?
Tantas memórias neste ar que ainda nos tenta!
E a minha mão exangue aparta-se das tuas.
Acabo de ler um dos muitos protestos contra a casa da música, sendo que este data ainda de 2001. Agostinho Ricca (Arquitecto) teria inicialmente proposto um “palácio da música” inserido no parque da cidade, uma envolvente poética à imagem de outras obras europeias de carácter semelhante. O projecto foi divulgado pela comunicação social e segundo o arquitecto, a proposta da sociedade Porto 2001 aproveitou as suas premissas relativas ao programa para propor um concurso, mas situando-se a obra num terreno junto à rotunda da Boavista. E assim se foi a poesia…
Incompreensivelmente, a sociedade rejeita os arquitectos portugueses e convida sete arquitectos estrangeiros, dos quais apenas três se apresentam. Rem Koolhaas, o arquitecto holandês da equipa OMA, foi então o eleito.
“É uma arquitectura que parte de um sólido informal onde são «ad libitum» introduzidas as várias peças solicitadas no programa, encafuadas de modo que parece desordenado a encostar ou dilatar as paredes do sólido, que darão em definitivo a forma e volume do edifício. Este é um processo que em Arquitectura consideramos errado, porque as peças que compõem um edifício devem ser criteriosamente dispostas, tendo em vista a organização dos espaços e a sua interligação, e daqui resultando uma configuração harmoniosa que acusa a hierarquia das peças que compõem o seu todo. Verifiquei que o edifício não seria um cristal, como o classificou o ministro Carrilho, nem um meteorito e nunca um ícone, como também foi admitido, mas sim um monstro de betão de 40 metros de altura em frente do monumento da Guerra Peninsular do Arquitecto Marques da Silva, a contrastar com a cércea dos edifícios mais altos — 21 metros — da Rotunda da Boavista. Para ser mais explícito, a altura de um edifício de habitação de 13 andares. Uma arquitectura desumanizada, indiferente à escala humana.” Agostinho Ricca EXPRESSO 22.12.2001
Pessoalmente, não concordo, isto parece-me mais orgulho ferido que a opinião responsável de um arquitecto, que incita a população portuense a manifestar-se contra esta construção. Conheço o projecto, embora não tenha tido ainda a oportunidade de o visitar, e a impressão que me ficou, da última vez que lá passei, nada tinha a ver com a aparição de um monstro, mas de algo belo, genial. Importa referir a aversão das pessoas ao betão aparente, bem como às torres, e se legitimássemos o gosto maioritário da população, certamente que o projecto não seria este, mas um ícone da arquitectura clássica. A Rotunda da Boavista permanece ampla, sem que a Casa da Música a sufoque. A evidência do real ultrapassa os medos iniciais, Não há ali qualquer Adamastor, não se trata de um “mostrengo” no fundo da rotunda da Boavista! Importa referir a opinião mais que válida de quem usa este equipamento:
“Koolhaas sempre foi criticado por os seus projectos parecerem maquetas colocadas à escala 1\1, sem preocupações de interior. O que ele fez com a Casa da Música foi colocar a funcionalidade e o conceito ao mesmo nível.” Pedro Burmester, acessor do presidente da Casa da Música, ARQUITECTURA E VIDA, edição especial "Casa da Música
Este projecto é inegavelmente um dos triunfos de Koolhaas, e há quem diga que esta é a obra de que Koolhaas realmente gosta. Mas isso são outras músicas, ficam, para outro post. Por agora ficam com a humilde opinião de uma estudante de arquitectura.
Se penso em ti nascem sorrisos como flores
A brotar da minha boca
Então a brisa vem
E toca os meus cabelos como dedos,
…maternais.
És primavera entre um fogo de infernos,
Tudo é tão estranho em meu redor,
Ninguém me estende os braços
Quando chego…
Como tu.
Ninguém se oferece como água transparente
Para eu beber.
Tu és um lago onde mergulho as mãos
E me posso benzer.
Chegas como o riso das crianças a inundar os espaços
Dessa esperança
Em que se crê.
Como uma papoila no meio do matagal
Tens o brilho do vermelho
E vens com a tua cor iluminar meus olhos
Como aos olhos de um velho.
Daqui a nada vou dormir, pode ser que passe...já espreita o sol entre os prédios, mas os meus olhos não estão preparados para o receber. É frio o dia, demasiado claro. Os meus olhos postos frente ao computador nem se deram conta que a madrugada passou, apenas o chilrear e o bulício matinal o denucia. Aí vem um dia de sol e calor.
Sergio Godinho, A noite passada ( eu prefiro a versão do Luis Represas)
A noite passada acordei com o teu beijo
descias o Douro e eu fui esperar-te ao Tejo
vinhas numa barca que não vi passar
corri pela margem até à beira do mar
até que te vi num castelo de areia
cantavas "sou gaivota e fui sereia"
ri-me de ti "Então porque não voas?"
e então tu olhaste, depois sorriste
abriste a janela e voaste
A noite passada fui passear no mar
a viola irmã cuidou de me arrastar
chegado ao mar-alto abriu-se em dois o mundo
olhei para baixo, ias lá no fundo
faltou-me o pé, senti que me afundava
por entre as algas teu cabelo bailava
a lua cheia escureceu nas águas
e então falámos e então dissemos
"Aqui vivemos muitos anos"
A noite passada o paredão ruiu
pela fresta aberta o meu peito fugiu
estava do outro lado a tricotar janelas
vias-me em segredo ao debruçar-te nelas
cheguei-me a ti, disse baixinho "Olá"
toquei-te no ombro e a marca ficou lá
o sol inteiro caiu entre os montes
e então tu olhaste, depois sorriste
disseste "'Inda bem que voltaste"
Letra e música: Sérgio Godinho
Lá em baixo ainda anda gente
apesar de ser tão noite
há quem tema a madrugada
e no escuro se afoite
há quem durma tão cansado
nem um beijo os estremece
de manhã acordarão
para o que não lhes apetece
e há quem imite os lobos
embora imitando gente
há quem lute e ao lutar
veja o mundo a andar para a frente
E tu Maria diz-me onde andas tu
qual de nós faltou hoje ao rendez-vous
qual de nós viu a noite
até ser já quase de dia
é tarde, Maria
toda a gente passou horas
em que andou desencontrado
como à espera do comboio
na paragem do autocarro
Lá em baixo ainda anda gente
apesar de ser tão tarde
há quem cresça no escuro
e do dia se resguarde
há quem corra sem ter braços
para os braços que os aceitam
e seus braços juntos crescem
e entrelaçados se deitam
e a manhã traz outros braços
também juntos de outra forma
de quem luta e ao lutar
a si mesmo se transforma
E tu Maria diz-me onde andas tu
qual de nós faltou hoje ao rendez-vous
qual de nós viu a noite
até ser já quase de dia
é tarde, Maria
toda a gente passou horas
em que andou desencontrado
como à espera do comboio
na paragem do autocarro
Lá em baixo ainda há quem passe
e um sonho que anda à solta
vem bater à minha porta
diz a senha da revolta
vou plantá-lo e pô-lo ao sol
até que se recomponha
é um sonho que acordado
vale bem quem ele sonha
lá em baixo, até já disse
que é que tem a ver comigo
e no entanto sobressalto
se me batem ao postigo
E tu Maria diz-me onde andas tu
qual de nós faltou hoje ao rendez-vous
qual de nós viu a noite
até ser já quase de dia
é tarde, Maria
toda a gente passou horas
em que andou desencontrado
como à espera do comboio
na paragem do autocarro
Lá em baixo ainda anda gente
e uma cara desconhecida
vai abrindo no escuro
uma luz como uma ferida
como a luz que corre atrás
da corrida de um cometa
e vejo vales e valados
no sopé duma valeta
lá em baixo ainda anda gente
e uma cara conhecida
vai ateando noite fora
um incêndio na avenida
És tu Maria, eu sei, já sei, és tu
qual de nós faltou hoje ao rendez-vous
qual de nós viu a noite
até ser já quase de dia
é tarde, Maria
toda a gente passou horas
em que andou desencontrado
como à espera do comboio
na paragem do autocarro
Lindo não é? Espero que gostem. Dei-me ao trabalho de ir buscar algumas estrelas para pôr aqui no meu blog! Bom fim de semana para vocês todos! beijinhus
Hoje apetece-me sair de casa, chinelos nos pés, protector solar e ir até à praia.. 50km guimarâes vila do conde.... só pa ficar lá um bocadinho. E que bom seria se as pessoas hoje tivessesem decidido ficar em casa, para eu poder ter sol, ar, mar, tudo só para mim... Gosto tanto da praia no inverno, ficar a ouvir aquele som de fúria sob o céu cinzento, sentir um pouco de frio, sentir a atracção do mar que me chama, sem um monte de gente a invadir o meu espaço.
Na espera que saiam as notas e não tenha corrido muito mal! lollll Hoje não me apetece escrever, vou deitar-me, fazer o balanço do dia (ou da noite, hahaha!!) e depois dormir! É tão bom não ter aulas, GOD BLESS HOLLIDAYS!!!!!!!!
Fico a olhar, na espera.
Adeus, vou dormir... triste! porque ninguém me deixa aqui comentários...
Quem disse que as gordinhas são feias??? Imagem feita por mim, aceitam-se encomendas!
Esta sou eu. Não é falta de modéstia, é apenas uma identificação, a minha imagem, feita por mim, para mim... Importante até na realização de momentos importantes da minha vida. Esta sou eu. A gota de água veio depois, essencial à minha existência, como complemento. e não se vê, contudo é indispensável. Assim a vida.
Olá... hoje decidi fazer um post de algo que tenho gostado de fazer, (isto nos intervalos entre o estudo claro!!!). Também já fiz umas animações com o gif movie gear, mas essas tão muito mal ainda... Espero que gostem dos meus desenhos, vou continuar a mostrá-los aqui! Passem para ver! ah, a qualidade da imagem está má porque teve de ser reduzida, alguém sabe de algum programa que faça isso sem resultar em perda de qualidade tão acentuada?
Manhã fresca e iluminada
caminha na sua neblina
alva, pura, imaculada
com um jeito de menina...
Virá o sol possui-la
vermelho em fúria e paixão
queima-se a sua brancura...
eis o orgasmo, a explosão...
Nenhuma manhã é frutífera em termos de inspiração, sobretudo quando me esperam montes de livros para estudar... tudo é desculpa para não o fazer, até mesmo escrever algo tão mediocre quanto isto!
Descalcei-os, e ali ficaram perdidos, na espera ... alguém virá calçar os sapatos que eu reneguei... alguém há-de sentir o seu apelo, vermelho e sedutor... foge enquanto é tempo.

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